mai 11 2010
Rede Social São João da Boa Vista
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A Rede Social de São João da Boa Vista é uma parceria entre SENAC, Instituições, Pessoas Físicas e Voluntários. |
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abr 26 2010
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mar 23 2010
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Ótima reportagem do Setor 3 que mostra a determinação de um grupo de Mulheres que estão lutando por seus objetivos.
Mulheres descobrem profissão dentro da área de construção civil com projeto social em comunidades do Rio de Janeiro 19/03/2010 16h21min | Susana Sarmiento

Capacete, óculos, luvas e avental. Elas estão prontas para enfrentar mais um dia no canteiro de obras. Letícia Maria Albino Cordeiro e Vanderleia Constantino Dantas conhecem bem esses trajes e o dia a dia da construção. Com muito charme e disposição, trabalham há mais de um ano em empresas neste setor. A primeira é carpinteira de fôrmas e a outra atua como pedreira. Como aprenderam o novo ofício? Foram alunas do projeto Mão na Massa – Mulheres na Construção Civil, idealizado pela engenheira Deise Gravina, que sonhava em trabalhar com o público feminino nessa área. Quando são questionadas pelos colegas de trabalho sobre a possibilidade de desistirem do canteiro para se dedicarem a atividades domésticas por não terem a mesma resistência física que os homens, elas respondem com ênfase: “Temos força sim! Não somos sexo frágil. Até recebemos elogios do mestre de obras por nossa organização, limpeza, detalhes nos acabamentos e disciplina nos horários”, rebatem. Em 2006, a engenheira Deise já atuava administrando organizações sociais e observava a diferença no trabalho das mulheres, principalmente na fase do acabamento das obras, com qualidades na precisão, na limpeza e na organização. Segundo a psicóloga Norma Sá, especialista em responsabilidade social e gestão estratégica de projetos sociais e coordenadora de projetos da Federação de Instituições Beneficentes do Rio de Janeiro (Fib), revela que Deise reuniu a equipe do Abrigo Maria Imaculada e solicitou um diagnóstico para implantar o projeto. “A frente desse grupo, organizei uma pesquisa com 216 mulheres, entre 18 e 55 anos, da comunidade Dois de Maio, que faz parte do Jacarezinho, uma das maiores favelas do subúrbio do Rio de Janeiro. Observando a situação das mulheres de baixa renda que costumam fazer serviços de obra em sua residência e o resultado da pesquisa, que apontou que mais de 50% tem grande interesse em aprender ofícios da construção civil, decidimos estruturar a iniciativa. Parte dessas mulheres são mães das mais de 300 crianças e adolescentes que eram atendidos no Abrigo”, contextualiza. Com dados nas mãos, Deise seguiu com sua ideia e até fevereiro de 2009 o Mão na Massa já capacitou 143 mulheres e jovens adultas em situação de vulnerabilidade social e hoje 60 estão em sala de aula. Promovido pela Fib e o Abrigo Maria Imaculada, o projeto promove a qualificação social e profissional para inserção no setor da construção civil. Além da capacitação, a iniciativa estimula a formação de cooperativa de trabalhadoras da construção civil. Clique aqui e conheça mais o Mão na Massa.
Serviço: Projeto Mão na Massa www.projetomaonamassa.com.br
mar 12 2010
Rede Social São João da Boa Vista
Bordadeira conta sua história de luta na construção de uma cooperativa composta por mulheres – A história de Elza Santiago!
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Crédito: Arquivo pessoal
Crédito: Enrique Sans
Crédito: Enrique Sans
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Entre retalhos, linhas e o colorido da costura, Elza Santiago conseguiu se firmar como bordadeira, sustentar sua família e se sentir mais segura. Nascida no interior da Paraíba, em Lagoa Grande, chegou ao Rio de Janeiro aos 19 anos para trabalhar e tentar uma nova vida. Hoje é uma das fundadoras da cooperativa Bordadeiras da Coroa, uma iniciativa criada por um grupo de mães solteiras e viúvas que costuram em uma pequena casa no bairro de Santa Tereza, no Rio de Janeiro.
No final de outubro do ano passado, esse grupo de mulheres ficou conhecido por ter desenvolvido um vestido arrematado em leilão beneficente do Oi Fashion Rocks, no Hotel Copacabana Palace. Elaborado pelas bordadeiras Marinalva Alves dos Santos e Elza, o vestido foi vendido por R$ 163 mil para o empresário Eike Batista. A verba irá colaborar na melhoria da atual casa da cooperativa locada na comunidade Morro da Coroa. “Aceitamos esse desafio e bordamos o vestido. Estávamos com receio, porque era uma peça muito delicada. O vestido foi criado pelas estilistas Maria do Rosário e Amanda Haegler, donas da grife Q-Guai. Pensávamos que a peça seria vendida em torno de sete mil reais. Superou todas as expectativas. Esse vestido deu manchete internacional”, explica.
Há cinco anos Elza ficou viúva, sem trabalho, com dois filhos e não tinha perspectiva de trabalho formal. Já fazia uma capacitação da prefeitura chamada Mulheres em Ação, uma formação com aulas de cidadania, justiça, meio ambiente, direitos humanos, entre outros assuntos. “A gente recebia uma bolsa de cem reais. Isso me ajudava muito, principalmente depois da morte de meu marido. Depois que acabou o curso, fiquei quase maluca, porque precisava de alguma coisa para ocupar minha mente e conseguir dinheiro para sustentar minha família. Mas consegui graças ao bordado. Ou a gente montava esse grupo, ou eu ficava louca. Não sei pedir nada a ninguém. Tinha que trabalhar. E quem ia me dar uma oportunidade? Quem daria emprego formal para uma negra, pobre, com mais de 40 anos e sem faculdade?”
As mulheres da cooperativa produzem bolsas, vestidos, colchas e brindes para empresas. “A ideia de unir forças e talentos surgiu após esse curso desenvolvido pela prefeitura”, reforça. A coordenadora da iniciativa Mulheres em Ação ajudou o grupo de mulheres ex-alunas da formação para desenvolver um projeto de cooperativa para pedir ao Fundo de Investimento Elas, em 2006. O grupo recebeu quatro mil reais e oficinas sobre elaboração de projetos, administração de recursos, comunicação e marketing e direitos humanos a mulheres.
Elza revela que esse dinheiro ajudou as mulheres a terem um espaço para o trabalho da cooperativa e oferecer aulas de bordado para outras meninas da comunidade. “Já distribuímos camisinhas, material escolar para crianças, entre outras ações. A nossa proposta não é só pensar na gente. Tentamos ver onde podemos ajudar. Queremos continuar transformando vidas. Não fazíamos mais essa atividade por falta de recursos. Agora com o dinheiro do vestido vamos retomar as aulas de costura e bordado para as meninas da comunidade”, anima-se Elza.
A bordadeira conta que aprendeu a arte da costura quando criança no Nordeste. Também pinta, só que hoje em dia com menos frequência. Ela participava do Arte de Portas Abertas, um evento de abertura sincronizada dos ateliês que acontece desde 1996 no bairro de Santa Tereza, no Rio de Janeiro. “Aprendi a pintar sozinha, minhas obras serviram até para tese de dissertação de mestrado em que o estudante falava de artistas que não aparecem”, afirma Elza.
Não foi apenas a costura e o bordado que ajudaram Elza a superar a morte do marido. Em 2006, conseguiu uma bolsa do Programa Universidade Para Todos para cursar técnico em recursos humanos na Universidade Estácio de Sá. “Nessa época, recebi muita ajuda dos amigos. Eles sabiam da minha luta para sustentar a casa. Eles me ajudaram demais, com fotocópias de textos, trabalhos e até passagem de ônibus. Nem sei como consegui passar em todas as matérias, porque trabalhava até de madrugada com os bordados e sempre nos dias de prova e entrega de trabalho coincidiam com alguma discussão com um dos meus filhos, ou alguma entrega grande da casa. Era um turbilhão de coisas, mas consegui passar com notas regulares”, recorda-se.
Elza não pretende parar ainda. Quer fazer uma pós em responsabilidade social e estudar inglês para recepcionar melhor os estrangeiros que costumam visitar a casa das Bordadeiras. Hoje Elza e outras integrantes do grupo participam de fóruns, seminários e eventos que discutem os direitos das mulheres e atividades de economia solidária. A cooperativa Bordadeiras da Coroa integra a Articulação de Mulheres Brasileiras. E o que Elza e as outras bordadeiras pretendem em 2010? Reformar e oferecer mais atividades na casa das Bordadeiras. “Fomos persistentes, porque ouvimos críticas da família e da comunidade e não desistimos da nossa luta. Foram muitos que falaram que era besteira esse negócio do bordado, que não daria futuro, era melhor ficarmos em casa. E olha só no que deu. Descobrimos mais nossos talentos e nossas habilidades e somos conhecidas em todo mundo com nossa arte. Tem coisa melhor que trabalhar com amor?”
Veja aqui o vídeo de agradecimento das Bordadeiras da Coroa para a Oi pelo incentivo no leilão do Oi Fashion Rocks.
Fundo de Investimento Elas
www.fundosocialelas.org
Para saber mais sobre o Setor 3 visite:
http://www.setor3.com.br/jsp/default.jsp?newsID=a355.htm&testeira=33
mar 06 2010
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Garrafas de PET
Politereftalato de etileno, ou PET, é um polímero termoplástico, desenvolvido por dois químicos britânicos Whinfield e Dickson em 1941, formado pela reação entre o ácido tereftálico e o etileno glicol, originando um polímero, termoplástico. Utiliza-se principalmente na forma de fibras para tecelagem e de embalagens para bebidas.
Possui propriedades termoplásticas, isto é, pode ser reprocessado diversas vezes pelo mesmo ou por outro processo de transformação. Quando aquecidos a temperaturas adequadas, esses plásticos amolecem, fundem e podem ser novamente moldados.
As garrafas produzidas com este polímero só começaram a ser fabricadas na década de 70, após cuidadosa revisão dos aspectos de segurança e meio ambiente.
No começo dos anos 80, os Estados Unidos e o Canadá iniciaram a coleta dessas garrafas, reciclando-as inicialmente para fazer enchimento de almofadas. Com a melhoria da qualidade do PET reciclado, surgiram aplicações importantes, como tecidos, lâminas e garrafas para produtos não alimentícios.
Mais tarde na década de 90, o governo americano autorizou o uso destes materiais reciclados em embalagens de alimentos.
Fontes
Texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/PET_%28pl%C3%A1stico%29
Postado por: Márcio G. Ferreira
fev 05 2010
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No dia 23/01/2010 no campo do bairro 1º de maio o treinador Irédio do Projeto Terra Nova participou de um amistoso com Carlos Roberto Silva (Índio) da Escola de Futebol Indianápolis.
Confira as fotos!
fev 03 2010
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fev 03 2010
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