mar 12 2010

Rede Social São João da Boa Vista

Setor 3 – Mulheres Atuantes na Área Social

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Bordadeira conta sua história de luta na construção de uma cooperativa composta por mulheres – A história de Elza Santiago!

Crédito: Arquivo pessoal


Hoje Elza participa de eventos sobre direitos das mulheres

Crédito: Enrique Sans


Grupo é formado por mães solteiras e viúvas da comunidade Morro da Coroa

Crédito: Enrique Sans


Bordado fortaleceu autoestima e serviu como fonte de renda para a paraibana

Entre retalhos, linhas e o colorido da costura, Elza Santiago conseguiu se firmar como bordadeira, sustentar sua família e se sentir mais segura. Nascida no interior da Paraíba, em Lagoa Grande, chegou ao Rio de Janeiro aos 19 anos para trabalhar e tentar uma nova vida. Hoje é uma das fundadoras da cooperativa Bordadeiras da Coroa, uma iniciativa criada por um grupo de mães solteiras e viúvas que costuram em uma pequena casa no bairro de Santa Tereza, no Rio de Janeiro.

No final de outubro do ano passado, esse grupo de mulheres ficou conhecido por ter desenvolvido um vestido arrematado em leilão beneficente do Oi Fashion Rocks, no Hotel Copacabana Palace. Elaborado pelas bordadeiras Marinalva Alves dos Santos e Elza, o vestido foi vendido por R$ 163 mil para o empresário Eike Batista. A verba irá colaborar na melhoria da atual casa da cooperativa locada na comunidade Morro da Coroa. “Aceitamos esse desafio e bordamos o vestido. Estávamos com receio, porque era uma peça muito delicada. O vestido foi criado pelas estilistas Maria do Rosário e Amanda Haegler, donas da grife Q-Guai. Pensávamos que a peça seria vendida em torno de sete mil reais. Superou todas as expectativas. Esse vestido deu manchete internacional”, explica.

Há cinco anos Elza ficou viúva, sem trabalho, com dois filhos e não tinha perspectiva de trabalho formal. Já fazia uma capacitação da prefeitura chamada Mulheres em Ação, uma formação com aulas de cidadania, justiça, meio ambiente, direitos humanos, entre outros assuntos. “A gente recebia uma bolsa de cem reais. Isso me ajudava muito, principalmente depois da morte de meu marido. Depois que acabou o curso, fiquei quase maluca, porque precisava de alguma coisa para ocupar minha mente e conseguir dinheiro para sustentar minha família. Mas consegui graças ao bordado. Ou a gente montava esse grupo, ou eu ficava louca. Não sei pedir nada a ninguém. Tinha que trabalhar. E quem ia me dar uma oportunidade? Quem daria emprego formal para uma negra, pobre, com mais de 40 anos e sem faculdade?”

As mulheres da cooperativa produzem bolsas, vestidos, colchas e brindes para empresas. “A ideia de unir forças e talentos surgiu após esse curso desenvolvido pela prefeitura”, reforça. A coordenadora da iniciativa Mulheres em Ação ajudou o grupo de mulheres ex-alunas da formação para desenvolver um projeto de cooperativa para pedir ao Fundo de Investimento Elas, em 2006. O grupo recebeu quatro mil reais e oficinas sobre elaboração de projetos, administração de recursos, comunicação e marketing e direitos humanos a mulheres.

Elza revela que esse dinheiro ajudou as mulheres a terem um espaço para o trabalho da cooperativa e oferecer aulas de bordado para outras meninas da comunidade. “Já distribuímos camisinhas, material escolar para crianças, entre outras ações. A nossa proposta não é só pensar na gente. Tentamos ver onde podemos ajudar. Queremos continuar transformando vidas. Não fazíamos mais essa atividade por falta de recursos. Agora com o dinheiro do vestido vamos retomar as aulas de costura e bordado para as meninas da comunidade”, anima-se Elza.
A bordadeira conta que aprendeu a arte da costura quando criança no Nordeste. Também pinta, só que hoje em dia com menos frequência. Ela participava do Arte de Portas Abertas, um evento de abertura sincronizada dos ateliês que acontece desde 1996 no bairro de Santa Tereza, no Rio de Janeiro. “Aprendi a pintar sozinha, minhas obras serviram até para tese de dissertação de mestrado em que o estudante falava de artistas que não aparecem”, afirma Elza.

Não foi apenas a costura e o bordado que ajudaram Elza a superar a morte do marido. Em 2006, conseguiu uma bolsa do Programa Universidade Para Todos para cursar técnico em recursos humanos na Universidade Estácio de Sá. “Nessa época, recebi muita ajuda dos amigos. Eles sabiam da minha luta para sustentar a casa. Eles me ajudaram demais, com fotocópias de textos, trabalhos e até passagem de ônibus. Nem sei como consegui passar em todas as matérias, porque trabalhava até de madrugada com os bordados e sempre nos dias de prova e entrega de trabalho coincidiam com alguma discussão com um dos meus filhos, ou alguma entrega grande da casa. Era um turbilhão de coisas, mas consegui passar com notas regulares”, recorda-se.

Elza não pretende parar ainda. Quer fazer uma pós em responsabilidade social e estudar inglês para recepcionar melhor os estrangeiros que costumam visitar a casa das Bordadeiras. Hoje Elza e outras integrantes do grupo participam de fóruns, seminários e eventos que discutem os direitos das mulheres e atividades de economia solidária. A cooperativa Bordadeiras da Coroa integra a Articulação de Mulheres Brasileiras. E o que Elza e as outras bordadeiras pretendem em 2010? Reformar e oferecer mais atividades na casa das Bordadeiras. “Fomos persistentes, porque ouvimos críticas da família e da comunidade e não desistimos da nossa luta. Foram muitos que falaram que era besteira esse negócio do bordado, que não daria futuro, era melhor ficarmos em casa. E olha só no que deu. Descobrimos mais nossos talentos e nossas habilidades e somos conhecidas em todo mundo com nossa arte. Tem coisa melhor que trabalhar com amor?”

Veja aqui o vídeo de agradecimento das Bordadeiras da Coroa para a Oi pelo incentivo no leilão do Oi Fashion Rocks.

Fundo de Investimento Elas
www.fundosocialelas.org

Para saber mais sobre o Setor 3 visite:

http://www.setor3.com.br/jsp/default.jsp?newsID=a355.htm&testeira=33

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mar 06 2010

Rede Social São João da Boa Vista

Casa feita de garrafas de pet e de vidro

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Garrafas de PET

Politereftalato de etileno, ou PET, é um polímero termoplástico, desenvolvido por dois químicos britânicos  Whinfield e Dickson em 1941, formado pela reação entre o ácido tereftálico e o etileno glicol, originando um polímero, termoplástico. Utiliza-se principalmente na forma de fibras para tecelagem e de embalagens para bebidas.

Possui propriedades termoplásticas, isto é, pode ser reprocessado diversas vezes pelo mesmo ou por outro processo de transformação. Quando aquecidos a temperaturas adequadas, esses plásticos amolecem, fundem e podem ser novamente moldados.

As garrafas produzidas com este polímero só começaram a ser fabricadas na década de 70, após cuidadosa revisão dos aspectos de segurança e meio ambiente.

No começo dos anos 80, os Estados Unidos e o Canadá iniciaram a coleta dessas garrafas, reciclando-as inicialmente para fazer enchimento de almofadas. Com a melhoria da qualidade do PET reciclado, surgiram aplicações importantes, como tecidos, lâminas e garrafas para produtos não alimentícios.

Mais tarde na década de 90, o governo americano autorizou o uso destes materiais reciclados em embalagens de alimentos.

Fontes

Texto: http://pt.wikipedia.org/wiki/PET_%28pl%C3%A1stico%29

Postado por: Márcio G. Ferreira

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mar 01 2010

Rede Social São João da Boa Vista

Fotos da Visita a Caconde

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mar 01 2010

Rede Social São João da Boa Vista

Fotos do Evento Feijoada com Samba

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fev 05 2010

Rede Social São João da Boa Vista

Amistoso Projeto Terra Nova X Escola de Futebol Indianápolis

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No dia 23/01/2010 no campo do bairro 1º de maio o treinador Irédio do Projeto Terra Nova participou de um amistoso com Carlos Roberto Silva (Índio) da Escola de Futebol Indianápolis.

Confira as fotos!

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fev 03 2010

Rede Social São João da Boa Vista

Oportunidade de Curso

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Caros, o curso abaixo de gestão social e trabalho comunitário está sendo lançado no Senac JUL e CAT. Solicitamos que divulguem para os públicos de interesse e redes de relacionamento.

Obrigado, Jorge

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fev 03 2010

Rede Social São João da Boa Vista

Fotos dos eventos, reuniões e atividades realizadas pelo NRIII

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Este é um vídeo sobre os eventos realizados pelo  NRIII -  Núcleo Regional III do Conselho Estadual para Assuntos das Pessoas com Deficiência no ano de 2009. Sempre em cumprimento ao seu  “plano de ação” cuja meta é fortalecer os conselhos municipais da região sempre no intuito de fazer valer os direitos da pessoa com deficiência e a sua inclusão social.  Este vídeo é para a informação de todos a respeito dos trabalhos que foram realizados durante o ano.

YouTube Preview Image

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jan 19 2010

Rede Social São João da Boa Vista

Lógistica Reversa

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Logística Reversa é o processo logístico de retirar produtos novos ou usados de seu ponto inicial na cadeia de suprimento, como devoluções de clientes, inventório excedente ou mercadoria obsoleta, e redistribuí-los usando regras de gerenciamento dos materiais que maximizem o valor dos itens no final de sua vida útil original.

Uma operação de logística reversa é consideravelmente diferente das operações normais. Deve-se estabeler pontos de recoleção para receber os bens usados do usuário final, ou remover ativos da cadeia de suprimento para que se possa atingir um uso mais eficiente do inventário / material.

Requer sistemas de embalagem e armazenagem que garantam que a maior parte do valor que ainda há no item usado não se perca por um manuseio incorreto. Também requer frequentemente de um meio de transporte que seja compatível com o sistema logístico regular. A disposição dos materiais pode incluir a devolução de bens ao inventário ou armazém, devolução de bens ao fabricante original, venda dos bens num mercado secundário, reciclagem, ou uma combinação que gere o maior valor para os bens em questão.

Fonte: Wikipedia

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nov 24 2009

Rede Social São João da Boa Vista

NOVO PONTO DE CULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO

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nov 24 2009

Rede Social São João da Boa Vista

Convite para o Forum de Desenvolvimento Local?

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SUA PRESENÇA SERÁ DE GRANDE IMPORTÂNCIA NESSE EVENTO – PARTICIPE!

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