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mai 03 2010

Cuidado com o quê e como você fala.

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Nosso colega, Marcos Moreira Vaz, jornalista e mediador da Rede Social Lapa, compartilha com todos as dicas de neurolinguística que recebeu por e-mail. Vejam:

A linguagem dirige nossos pensamentos para direções específicas e, de alguma maneira, ela nos ajuda criar a nossa realidade, potencializando ou limitando nossas possibilidades.

A habilidade de usar a linguagem com precisão é essencial para nos comunicarmos melhor. A seguir estão algumas palavras e expressões com as quais devemos estar atentos quando falamos, porque elas podem nos atrapalhar:

1) Cuidado com a palavra NÃO, a frase que contém “não”, para ser compreendida, traz à mente o que está junto com ela. O “não” existe apenas na linguagem e não na experiência. Por exemplo, pense em “não”… (não vem nada à mente). Agora vou lhe pedir “não pense na cor vermelha”, eu pedi para você não pensar no vermelho e você pensou. Procure falar no positivo, o que você quer e não o que você não quer;

2) Cuidado com a palavra MAS, que nega tudo que vem antes. Por exemplo, “o Pedro é um rapaz inteligente, esforçado, mas…”. Substitua MAS por E quando indicado;

3) Cuidado com a palavra TENTAR que pressupõe a possibilidade de falha. Por exemplo, “vou tentar encontrar com você amanhã às 8 horas”. Tenho grande chance de não ir, pois, vou “tentar”. Evite “tentar”, FAÇA;

4) Cuidado com as palavras DEVO, TENHO QUE ou PRECISO, que pressupõem que algo externo controla sua vida. Em vez delas, use QUERO, DECIDO, VOU;

5) Cuidado com NÃO POSSO ou NÃO CONSIGO, que dão a idéia de incapacidade pessoal. Use NÃO QUERO, DECIDO NÃO, ou NÃO PODIA, NÃO CONSEGUIA, que pressupõe que vai poder ou conseguir;

6) Fale dos problemas ou das descrições negativas de si mesmo utilizando o verbo no tempo passado. Isto libera o presente. Por exemplo, “eu tinha dificuldade de fazer isso”;

7) Fale das mudanças desejadas para o futuro utilizando o tempo presente do verbo. Por exemplo, em vez de dizer “vou conseguir”, diga “estou conseguindo”;

8) Substitua SE por QUANDO. Por exemplo, em vez de falar “se eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”, fale “quando eu conseguir ganhar dinheiro vou viajar”. Quando pressupõe que você está decidido;

9) Substitua ESPERO por SEI. Por exemplo, em vez de falar, “eu espero aprender isso”, fale: “eu sei que eu vou aprender isso”. Esperar suscita dúvidas e enfraquece a linguagem;

10) Substitua o CONDICIONAL pelo PRESENTE. Por exemplo, em vez de dizer “eu gostaria de agradecer a vocês”, diga “eu agradeço a vocês”. O verbo no presente fica mais concreto e mais forte.

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mar 10 2009

Aprenda com as ONGs a ganhar espaço na mídia

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Que as ONGs são extremamente habilidosas em conseguir espaço na imprensa ninguém duvida. Basta ver as

imagem de J. Alex Stamos

imagem de J. Alex Stamos

ações espetaculosas do Greenpeace e de outros. Mas qual o segredo por trás desse desempenho? O jornalista e ativista inglês Symon Hill resolveu compartilhar seus segredos na revista estadunidense Utne, voltada para a mídia alternativa.

Ele recomenda, por exemplo, que além de enviar releases, é preciso ligar para os jornalistas comunicando o envio e aproveitando para estreitar o contato. Mas, como fazer para ganhar uma daquelas fotos espetaculares que acabam no topo da primeira página? Hill explica, por exemplo, que é preciso estar atento para o que você quer mostrar. Se sua organização vai fazer uma manifestação na frente de uma empresa, cuide para posicionar seu grupo de forma que o logotipo da empresa saia na foto e arrume uma cena expressiva.

Essas e outras dicas são dadas pelo jornalista em dez mandamentos:

1. Tenha uma mensagem clara.
2 . Torne a imprensa uma prioridade.
3. Ofereça novidades.
4. Organize bem o cronograma do evento
.

5. Fale com jornalistas.
6. Construa relacionamentos.

7. Escolha o canal certo.
8. Dê uma cara humana à notícia
9. Ofereça uma boa foto
10. Seja persistente

Para ler o artigo completo, em inglês, acesse: http://www.utne.com/Media/Guide-to-News-for-Activists-Press-attention.aspx

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nov 25 2008

Jornalistas discutem a sustentabilidade nas empresas de comunicação

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(fonte: Rede Ethos de Jornalistas)

O mundo mudou e o jornalismo não acompanhou”. Com esta frase, o vencedor da categoria televisão do 8° Prêmio Ethos de Jornalismo, André Trigueiro, abriu o debate promovido pelo Instituto Ethos, sinalizando que o conservadorismo editorial da mídia ainda é um dos obstáculos para que o tema da sustentabilidade tenha uma abordagem mais aprofundada nas redações.

O evento realizado no último dia 30 de setembro reuniu os sete vencedores e o formato debate foi uma das mudanças implantadas no 8° Prêmio Ethos de Jornalismo. O objetivo foi dedicar mais tempo para explorar a experiência e o conhecimento dos jornalistas que cobrem o tema da sustentabilidade.

A conclusão dos vencedores legitima as discussões feitas em 2007 pela Rede Ethos de Jornalistas: é preciso investir na capacitação dos jornalistas para que eles tenham uma visão sistêmica sobre o assunto e envolver os demais níveis hierárquicos das empresas de comunicação para que a sustentabilidade esteja incorporada à gestão. Neste sentido, os Indicadores Ethos-ANJ para o setor de jornais foram considerados uma ferramenta fundamental para este trabalho.

As questões pontuadas no Seminário serão consideradas no planejamento dos projetos Prêmio e Rede em 2009. Nosso objetivo é promover uma maior sinergia entre as duas estratégias, de modo a conseguirmos avançar no que diz respeito à pauta jornalística e à gestão sustentável dos veículos de comunicação. Ainda como reconhecimento aos vencedores de todas as edições do Prêmio, será lançada uma publicação comemorativa com entrevistas e com a síntese do debate.

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nov 10 2008

Democratização da comunicação é tema de debate

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A falta de controle do Estado sobre as concessões de rádio e televisão no Brasil foi um dos temas do debate sobre a democratização da comunicação,  promovido em outubro pelo programa Revista Brasil, da Rádio Nacional. O professor da Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB) Luiz Martins e o ouvidor-adjunto da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Paulo Machado, participaram da discussão.

 

Machado acredita que a mídia não é democrática, pois impõe às pessoas apenas o que lhe interessa. Isso ocorre porque o governo não fiscaliza os veículos de comunicação depois que concede a eles o espaço de transmissão. “As concessões públicas, para que eles utilizem as ondas [de transmissão], são renovadas a cada 10, 15 anos, sem nenhum tipo de controle sobre a programação e sobre o conteúdo”, afirmou.

 

“Acho que o Estado brasileiro, nesse ponto das concessões, está sendo irresponsável”, disse o professor Luiz Martins. Para ele, o Estado é omisso e ausente, pois concede o espaço público para os veículos de comunicação e não cobra nenhuma prestação de contas do que eles fizeram com as concessões públicas. Para ele, é irônico pensar em  uma grande empresa de comunicação pública, pois o Estado é o grande poder concessionário na área de rádio e televisão.

 

A resposta para a democratização da comunicação, segundo Paulo Machado, é o controle mais efetivo da  população sobre os meios de comunicação. No entanto, isso não acontece porque os veículos estão fechados para participação popular. Já Martins acredita que a promoção de políticas públicas é o que pode tornar a mídia mais democrática.

 

(Fonte: Agência Brasil)

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nov 04 2008

Audiência discute padrão para rádio e televisão comunitária

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A Associação Mundial de Rádios Comunitárias na América Latina e no Caribe (AMARC-ALC) apresentou no dia 30 de outubro, em audiência pública diante da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), a Declaração de “Princípios para um Marco Regulatório Democrático sobre Rádio e TV Comunitária“. A Associação solicitará o início de trabalhos para a elaboração de um padrão na matéria, tendo como insumo principal a declaração.

A AMARC-ALC quer também a realização de um estudo temático sobre a compatibilidade das regulamentações e práticas estatais vigentes em matéria de radiodifusão nos países do sistema em relação à Convenção Americana de Direitos Humanos e à Declaração de Princípios sobre a Liberdade de Expressão da CIDH.

O documento reúne 14 princípios que servem como guia para a elaboração, aprovação e implementação de regras sobre radiodifusão comunitária que sejam compatíveis com os padrões internacionais de direitos humanos e o mais amplo respeito aos direitos à comunicação e à informação e à liberdade de expressão. Leia mais »

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out 30 2008

Como cobrir a sustentabilidade?

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Fátima Cardoso entrevista Adalberto Marcondes, editor da revista eletrônica Envolverde, que recebeu o Prêmio Destaque Rede Ethos de Jornalistas (Fonte: Instituto Ethos). 

Instituto Ethos: A Envolverde completou dez anos em 2008. O que mudou na cobertura dos temas relativos a responsabilidade social e sustentabilidade nesse tempo? 

Adalberto Marcondes: Começamos a trabalhar nos anos 1990, ainda com o conceito de jornalismo ambiental. Publicávamos temas relacionados à preservação do meio ambiente e à proteção dos ecossistemas e dos recursos naturais. Isso passou por uma evolução nestes últimos dez anos, quando foram incorporados conceitos mais amplos de sustentabilidade, nos quais meio ambiente é apenas uma parte da equação. Essa equação hoje tem três variáveis: a econômica, a social e a ambiental. A Envolverde incorporou as três variáveis da sustentabilidade de uma forma muito transversal em suas pautas. Não paramos de cobrir meio ambiente e passamos a cobrir sustentabilidade. Continuamos escrevendo sobre temas ambientais e sobre temas relacionados a educação, desenvolvimento humano e economia, só que com a transversalidade do olhar da sustentabilidade. 

IE: Como o jornalismo pode contribuir para o desenvolvimento sustentável? Por que os jornalistas deveriam pensar suas pautas a partir do olhar da sustentabilidade? 

AM: Acho que estamos vivendo aquilo que se define como sociedade da informação e do conhecimento, na qual a informação e o conhecimento têm valor. Vejo o jornalista como um profissional capaz de transitar nesse universo e fazer com que ele se torne compreensível para a sociedade. O jornalista tem hoje um papel muito mais relevante, no que se refere à estruturação de papéis na sociedade, do que jamais teve. Leia mais »

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out 28 2008

Diálogo: “A Responsabilidade dos Jornalistas e as Eleições”

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A Aliança Internacional dos Jornalistas e a ACE – Associação dos Correspondentes Estrangeiros – convidam você para participar do Lançamento do DVD Diálogo J-Aliança “A Responsabilidade dos Jornalistas e as Eleições” (o caso do Movimento Nossa São Paulo), dia 29 de outubro às 19h30, na Livraria da Vila Jardins (Al. Lorena, 1731, São Paulo).

 

Como a mídia cobre as eleições? 

O que sai e o que não sai na imprensa?

Quais são os interesses dos jornalistas?

Quais são os interesses das empresas jornalísticas?

De quem é a responsabilidade sobre a informação?

A grande imprensa tem como política mostrar as propostas dos movimentos sociais para as eleições municipais?

 

Exibição do DVD (Clique aqui para ver o trailer), bate-papo com os participantes e coquetel.

 

Antonio Martins – Le Monde Diplomatique

Florestan Fernandes Jr. – TV Brasil

Guto Camargo – Sindicato dos Jornalistas do Estado de SP

Isis de Palma – Aliança Internacional dos Jornalistas

Luanda Nera – Movimento Nossa São Paulo

Verônica Goyzueta – Associação dos Correspondentes Estrangeiros

Vera Salles e Hélio Rubens – Pólos Regionais da Aliança Internacional dos Jornalistas

Professores e Estudantes de jornalismo

Representantes de entidades e movimentos sociais

 

 

 

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out 20 2008

1º Fórum de Energia, Meio Ambiente e Comunicação Social

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O 1º Fórum de Energia, Meio Ambiente e Comunicação Social será realizado na sede da Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo, entre os dias 20 e 23 de outubro. O evento, que será aberto pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, reunirá cientistas, ambientalistas, representantes empresariais, jornalistas e professores de comunicação social.

O fórum é realizado pela Universidade Fernando Pessoa (UFP), do Porto, em Portugal, e pela Faculdade Cásper Líbero, de São Paulo, dentro das atividades do Seminário Permanente Portugal-Brasil.

Além do painel científico, que abordará assuntos como geração de energia e seus impactos ambientais, mudanças climáticas e desenvolvimento sustentável, o fórum terá uma atividade voltada para a formação e o aperfeiçoamento dos profissionais de comunicação.

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out 15 2008

É amanhã!!!

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A Envolverde realiza em São Paulo, dias 16, 17 e 18 de outubro, o Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade, evento direcionado a profissionais de comunicação de redações e de assessorias. O objetivo é abrir novas perspectivas para a construção de pautas.

Informações
Instituto Envolverde
55 11 3796-8066
instituto@envolverde.org.br

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set 29 2008

VI Simpósio Brasileiro de Educomunicação

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Programação: http://simposioeducom.blogspot.com/

Data: 28 e 30 de outubro de 2008

Local: SESC Vila Mariana, São Paulo – SP

Informações: telefone: 11-5080-3142 ou e-mail conferencias@vilamariana.sescsp.org.br

Realização: International Institute of Journalism and Communication, o NCE-Núcleo de Comunicação e Educação da USP, o SESC São Paulo, o Canal Futura e o Ministério do Meio Ambiente.

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